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Bancada paraibana definirá prioridades de emendas para obras no estado até 2ª

 


A bancada paraibana divulgará na próxima segunda-feira (14) o resultado da avaliação sobre a destinação de emendas impositivas no Orçamento Geral da União para 2023. Ontem, o colegiado se reuniu com a governadora em exercício, Lígia Feliciano (PDT), representantes das prefeituras de João Pessoa e Campina Grande, além de prefeitos, reitores de universidades federais e hospitais filantrópicos.

Lígia fez uma avaliação do encontro. “A reunião foi produtiva. Levamos os pleitos do Governo do Estado, com três prioridades: a construção do Hospital de Clínicas e Traumatologia do Sertão, o Hospital de Clínicas de Campina Grande e a implantação do Arco Metropolitano de João Pessoa, um a obra que vai melhorar muito o trânsito na região metropolitana da capital. Esses foram os três principais pleitos. A construção do Ramal do Piancó, ou o Terceiro Eixo da Transposição, ficou para ser colocada na emenda do Governo Federal”, disse a governadora.

 

Hoje, Lígia voltará a se reunir com os parlamentares para reforçar a necessidade do envio dos recursos.

 

O coordenador da bancada paraibana, deputado federal Efraim Filho (UB), fez uma avaliação do encontro. “Ouvimos demandas municipalistas e colocamos na pauta a busca por investimentos estruturantes, mas mais do que isso, é um momento em que todo mundo trabalhou em conjunto, com a bandeira da Paraíba em primeiro lugar. Independente de quem ganhou as eleições, agora estão todos demonstrando coesão, unidade e maturidade política”, destacou.

 

A Prefeitura de João Pessoa pleiteou R$ 40 milhões para reformas dos mercados públicos dos Estados e o Central, além de R$ 20 milhões para reforma da Maternidade Cândida Vargas.

 

“Estamos pedindo R$ 20 milhões para reformar a maior maternidade da Paraíba, que é a Maternidade Cândida Vargas. Vamos também apresentar outra demanda que são os nossos mercados que estavam abandonados. Estamos pedindo R$ 40 milhões para reformar tanto os mercados do Bairro dos Estados quanto o Mercado Central”, explicou o secretário de Gestão Governamental da Capital, Diego Tavares, em contato com a reportagem.

 

Fonte:  MaisPB

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