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Campina registra 1º caso confirmado de varíola dos macacos


 

A Secretaria de Saúde de Campina Grande confirmou o primeiro caso positivo da Monkeypox na cidade. O exame com o diagnóstico foi divulgado na manhã desta terça-feira, 13. O paciente está bem e se encontra em isolamento, cumprindo os 21 dias completos de quarentena.

O paciente tem 27 anos de idade, é do sexo masculino, realizou uma recente viagem à cidade de São Paulo e apresentou os primeiros sintomas no dia 25 de agosto. As equipes da Secretaria Municipal de Saúde e do Centro de Informações de Vigilância em Saúde (CIEVS) identificaram lesões compatíveis com a doença, também conhecida como Varíola dos Macacos, e aplicaram a coleta no dia 31 de agosto na UPA Dinamérica.

Desde então, o paciente cumpre o isolamento domiciliar com monitoramento contínuo, inclusive das pessoas com quem ele teve contato. Outros três casos seguem em investigação e quatro casos já foram descartados em Campina Grande.

Em Campina Grande, as unidades de referência para atendimento a pacientes com suspeita da Monkeypox são as duas Unidades de Pronto Atendimento, a UPA Dr. Raimundo Maia (Alto Branco) e Dr. Adhemar Dantas (Dinamérica). Para internação adulta e infantil, a referência é o Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC) e para gestantes o serviço para internação é o Instituto de Saúde Elpídio de Almeida (ISEA).

Para a abordagem a casos suspeitos, é indicado o uso de Equipamentos de Proteção Individual, como máscaras e luvas. Caso o paciente esteja com sintomas da Monkeypox, também deve procurar utilizar meios de evitar a transmissão da doença. Para ser considerado um caso suspeito da Monkeypox, é necessária a presença de sintomas como início súbito de lesão em mucosas e/ou erupção de pele aguda sugestiva para a doença, única ou múltipla em qualquer parte do corpo (incluindo região genital/perianal, oral) e/ou dor na região do ânus ou reto com ou sem sangramento e/ou edema peniano associados à progressão da lesão já podem configurar alerta para a doença.

Outros critérios como exposição próxima e prolongada, sem proteção respiratória ou contato físico direto, incluindo contato sexual, com parcerias múltiplas e/ou desconhecidas ou com caso provável ou confirmado de Monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas elevam o risco de contágio e a pessoa passa a ser um caso provável da doença.

Fonte: MaisPB

 

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