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Mascotes de programa e projeto do CDSA são registradas no INPI

 


Rapidamente abraçadas pela comunidade que recebe as ações extensionistas de Educação em Solos do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA) da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e pelos parceiros dos projetos de extensão, as mascotes do Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri (Pascar) e Projeto Solo na Escola/UFCG, tiveram suas marcas registradas no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) com a especificação de serviços de educação; serviços de ensino; universidade, classe 41 (educação, treinamento; entretenimento; atividades desportivas e culturais) por meio da ação colaborativa dos servidores do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia (NITT/UFCG).

São duas mascotes: Paspim - a minhoca que representa a biodiversidade do solo e a importância desse organismo nas práticas conservacionistas para os sistemas agroalimentares e Ana Terra, um pedon representativo do Luvissolo, uma das ordens de solos mais comuns no Cariri paraibano. Essas mascotes trazem uma identificação imediata com a região, pela riqueza de detalhes.

Paspim foi resultado de um edital aberto ao público estudantil para escolha do personagem representativo do Pascar, e teve como vencedora a estudante Maria Eduarda de Oliveira Silvino, da EEEFM Professor José Goncalves de Queiroz, de Sumé, orientada pela professora Risone Aparecida. Ana Terra foi idealização dos integrantes e coordenação do Projeto Solo na Escola/UFCG.

Os desenhos das mascotes foram realizados em 2013, pelo Agroecólogo e Designer Diogo Oliveira, à época monitor extensionista dos referidos projetos, que procurou imprimir aos personagens feições alegres, simpáticas, receptivas, que remetessem ao entendimento do solo, objeto dos projetos.

Desde então a presença de Paspim e Ana Terra nos eventos organizados pelos integrantes dos projetos sempre é muito requisitada e é um diferencial para as atividades, descontraindo o ambiente com os adultos e alegrando com a criançada.

Para a professora Adriana Meira, coordenadora das ações, a proposta do uso de mascotes é justamente ter uma aproximação e ser o símbolo das ações extensionistas da Instituição. A criação de personagens, bonecos ou mascotes pode funcionar como importante estratégia para abordar conteúdos didáticos em sala de aula. Logo no início tivemos uma grande aceitação por parte tanto dos estudantes que participam de nossos projetos, quanto dos alunos e professores das escolas de Educação Básica e dos agricultores que participam de nossas atividades de extensão em Educação em Solos, proposta pedagógica para incentivar o conhecimento e o cuidado com o solo.

Registro de marca

Os pedidos de registro de marca tiveram início junto ao NITT/UFCG em dezembro de 2019 e foram depositados no Inpi em julho de 2020. De acordo com o Inpi, “marca é um sinal distintivo cujas funções principais são identificar a origem e distinguir produtos ou serviços de outros idênticos, semelhantes ou afins de origem diversa, por isso, são passíveis de registro como marca todos os sinais distintivos visualmente perceptíveis, conforme a Lei da Propriedade Industrial” e vigoram pelo prazo de dez anos, contados da data da concessão do registro, prorrogáveis por períodos iguais e sucessivos”.

Além de ser a identidade visual dos projetos e de estimular a criatividade, o registro da marca figurativa é a forma de impedir terceiros de utilização indevida, e inclusive, licenciar para uso. Para conhecer o registro das mascotes acesse a Revista Eletrônica da Propriedade Industrial de 21-06-2022 (www.inpi.gov.br).

 

Assimp CDSA/UFCG

 

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