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Paraíba registra crescimento de 285% nas notificações para casos prováveis de dengue



 A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta segunda-feira (4), o Boletim das Arboviroses nº 04. O relatório aponta que, em um mês, houve um aumento de 2.206 casos de dengue na Paraíba. Até a 12ª Semana Epidemiológica (SE), foram notificados 3.461 casos prováveis de dengue, 2.062 casos prováveis de chikungunya e 121 de zika, totalizando 5.644 casos prováveis no ano de 2022. 

Fazendo um comparativo com o mesmo período de 2021, a Paraíba apresentou um aumento de 285% nas notificações para os casos prováveis de dengue, 90% a mais para os casos prováveis de chikungunya e uma redução de 13% para os casos prováveis de zika. 


De acordo com a técnica da SES responsável pelas arboviroses, Carla Jaciara, dos casos registrados, as mulheres foram as mais afetadas pelas arboviroses e o recorte por faixa etária foi entre cinco e 44 anos. Ela destaca que as regiões de saúde com maior incidência de casos prováveis são a 2ª, a 4ª e a 7ª Região de Saúde, que correspondem, respectivamente, às Gerências Regionais de Saúde de Guarabira, Cuité e Piancó. 


“É importante ressaltar que a notificação é o principal mecanismo através do qual o Ministério da Saúde recebe os dados necessários para adoção de medidas de intervenção cabíveis. Dos 223 municípios, 129 estão silenciosos, não apresentando nenhum registro de caso suspeito de arbovirose”, pontua. 


A técnica destaca que o estado tem 30 municípios com incidência acima de 300. “O município que sinaliza essa incidência acima de 300 é um sinal de alarme de casos confirmados e que a arbovirose está circulando em seu território”, explica. 

Carla Jaciara reforça a importância de a população procurar o serviço de saúde ao apresentar qualquer sinal ou sintoma suspeito de arboviroses. Os sinais e sintomas são: febre, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo, dor nas articulações, manchas pelo corpo, náuseas, vômitos ou sintomas sugestivos. 


A SES continua realizando o assessoramento e monitoramento das ações, agora de forma híbrida, ou seja, presencial e online, e continua dando o assessoramento aos municípios e às suas respectivas Gerências Regionais de Saúde. Os cuidados continuam sendo os mesmos e a população tem que estar sempre atenta à sua residência e ter cuidado com qualquer meio que acumule água. 


Fonte: portal correio 

 

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