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Você sabe quais e quantas mulheres passaram pela Câmara e Prefeitura de Serra Branca?


Você sabe quantas mulheres foram eleitas deste a emancipação da rainha do Cariri? Hoje vamos destacar a presença da mulher no Legislativo e no Executivo de Serra Branca, deste do início até os dias atuais.

O município foi emancipado em 1959, mas só em 1973 que uma mulher toma posse como vereadora, Dulce Neves, conseguiu três mandados: primeiro, de 31 de janeiro de 1973 a 30 de janeiro de 1977; segundo, de 31 de janeiro de 1977 a 30 de janeiro de 1983, e  terceiro, de 31 de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988.

A segunda mulher eleita foi Ivete Alves de Medeiros, tendo apenas um mandato, de 31 de janeiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988.

E após quatro anos, Maria Valdete Carvalho, mais conhecida como Bacica, era eleita pela primeira vez.  Os mandatos foram os seguintes: primeiro, de 01 de janeiro de 1993 a 31 de dezembro de 1996, nas eleições daquele ano ela não foi reeleita, voltando à legislatura em 01 de janeiro de 2001 até 31 de dezembro de 2004, esse foi o segundo mandado; o terceiro, de 01 de janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008; o quarto, de 01 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, e o quinto, de 01 de janeiro de 2017 a 31 de dezembro de 2020.

Assim apenas três mulheres fizeram parte do Legislativo: Dulce Neves, Ivete Alves de Medeiros e Maria Valdete (Bacina).

Já o executivo teve apenas duas vice-prefeitas, Alda Maria Dias de Araújo Queiroz, de 1 de janeiro de 1989 a 12 de junho de 1991, quando o então Prefeito mais conhecido por Tião renunciou. Assim Dra. Alda ficou no cargo de 31 de janeiro de 1991 a 31 de dezembro de 1992, tornando-se assim a primeira prefeita. A outra vice-prefeita de Serra Branca foi Maria Seleste de Amorim Holanda, de 01 janeiro de 2005 a 31 de dezembro de 2008. 

Embora Serra Branca tenha mais eleitoras do que eleitores, sendo uma diferença de 613, percebe que as mulheres não escolhe o mesmo gênero para lhe representar no legislativo e executivo.

E para garantir a presença das mulheres nas eleições proporcionais (vereador, deputado estadual e deputado federal), a legislação eleitoral (art. 10, § 3º, da Lei das Eleições) determina que, pelo menos, 30% (trinta por cento) das candidaturas efetivamente lançadas por um partido político seja destinada ao gênero oposto ao da maioria.

Focando Paraíba

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